Treinamento de primeiros socorros é realizado pelo SAMU no aeroporto
20/04/2018 16h27

Equipes do Serviço Móvel de Atendimento de Urgência (Samu) estão treinando funcionários do Aeroporto Eduardo Gomes, na zona Oeste, como socorristas na prestação de primeiros socorros, com o Curso de Voluntários de Emergência (CVE). O treinamento encerrou nesta sexta-feira, 20/4, e foi realizado pelo Núcleo de Educação Permanente de Urgência do Samu.
Ministrado no auditório do aeroporto, o curso foi uma iniciativa da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), que solicitou a parceria do Samu, sendo voltado para os servidores e colaboradores da Infraero e Corpo de Bombeiros. Também participaram como convidados, técnicos do Hospital Universitário Getúlio Vargas (HUGV), Secretaria de Estado da Saúde (Susam), terceirizados e militares do Exército Brasileiro e Aeronáutica.
As principais técnicas ensinadas foram o atendimento a Paradas Cardiorrespiratórias, Obstrução de Vias Aéreas por Corpo Estranho com as manobras de ressuscitação cardiopulmonar, atendimento a traumas como fraturas, entorse, luxação, queimaduras, ferimentos gerais e amputações. Sangramentos, controle de hemorragias, transporte e atendimento a múltiplas vitimas, Protocolo Star (triagem e atendimento de vítimas) e os limites sobre o que um socorrista iniciante pode executar.
A chefe do Núcleo de Educação Permanente de Urgência do Samu, enfermeira Leda Sobral, que coordenou o curso explicou a funcionalidade das técnicas. “O curso, como um todo, e as técnicas, vêm para capacitar um grupo de pessoas para atuar como socorristas no aeroporto, na prestação dos primeiros socorros, até que a ajuda especializada chegue, sendo fator de importância na vida da vitima”, ressaltou.
Para a profissional de Serviço Aeroportuário, Mônica Hara, o curso foi uma oportunidade de aprimoramento. “O curso é de extrema importância, trazendo uma oportunidade de aprendizagem com a equipe do Samu, o que veio para agregar o conhecimento. Durante os seis anos que trabalho no aeroporto, nunca presenciei uma situação de emergência, mas, hoje, com o curso me sinto mais capacitada”, avaliou.
Texto: Ronaldo Pessoa/Semsa
Foto: Divulgação/Semsa


