Manaus quer reduzir mortalidade infantil abaixo do índice da OMS

Por Prefeitura de Manaus

13/09/2013 14h04

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A Prefeitura de Manaus pretende, até 2017, fazer com que o índice de mortalidade infantil da capital fique abaixo dos 10 óbitos e cada mil crianças nascidas vivas, na faixa etária de até um ano de idade, como recomenda a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS). Para atingir esse objetivo, a Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) está executando uma série de ações para garantir a saúde das crianças e das mulheres grávidas.

De acordo com o secretário municipal de Saúde, Evandro Melo, aproximadamente 70% das mortes de recém-nascidos ocorrem por causas evitáveis, entre elas a falta de atenção adequada à mulher durante a gestação, no parto e também ao feto e ao bebê. “Além desses fatores, a mortalidade infantil também está associada à educação, ao padrão de renda familiar, ao acesso aos serviços de saúde, à oferta de água tratada e esgoto e ao grau de informação das mães”, declarou.

A chefe do Núcleo de Saúde da Criança e do Adolescente da Semsa, Ivone Amazonas, explica que as principais ações executadas para garantir a redução da mortalidade infantil no município de Manaus são o fortalecimento das ações de incentivo ao aleitamento materno, o fortalecimento das ações dos fóruns perinatais e do Comitê de Prevenção e Investigação da Morte Infantil, a qualificação dos profissionais de saúde e a reestruturação das Unidades Básicas de Saúde para o atendimento à população. “A mais importante ação é o incentivo à amamentação, ação que comprovadamente é a que mais reduz a mortalidade infantil”, afirma Ivone Amazonas.

A meta do Governo Federal, segundo o Ministério da Saúde, é fazer com que o Brasil estabeleça uma média de 15,7 óbitos para cada 1.000 nascidos vivos até o ano de 2015. “Nos últimos dez anos, Manaus conseguiu diminuir em 41% o índice de mortalidade infantil. E a determinação do prefeito Arthur Neto é que a capital fique com índices bem abaixo do estabelecido pela OMS, com ações que garantam uma infância com qualidade e programas como do Leite do Meu Filho que ajuda a combater a desnutrição”, enfatizou o secretário de Saúde.

No ano de 2010, o índice ficou em 13,75 óbitos para cada mil crianças nascidas vivas, passando para 13,45 em 2011 e para 13,36 em 2012.

Reportagem: Eurivânia Galúcio
Departamento de Comunicação da Semsa/ 3236-8315, 8842-8370