Palco Alfândega encerra ‘#SouManaus 2026’ reunindo talentos amazonenses e atrações nacionais

Por Prefeitura de Manaus

08/09/2026 0h24

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O Palco Alfândega encerrou suas atividades nesta segunda-feira, 7/9, no festival “#SouManaus Passo a Paço 2026”, consolidando uma programação que reuniu artistas locais e nacionais do reggae ao funk. A grade da última noite fortaleceu bandas amazonenses, com shows de Johnny Jack Mesclado, Chora Cachorro e Casa de Caba, que dividiram o espaço com atrações nacionais como Yago Oproprio e MC Hariel.

A banda Chora Cachorro apresentou seu repertório de brega-rock, marcando o terceiro ano consecutivo do grupo no evento. O vocalista Rodrigo Morgado destacou a importância do espaço para a projeção de artistas regionais.

“Para a gente é maravilhoso, sendo o terceiro ano que a gente está nessa festa linda. É uma celebração de todo o projeto. A prefeitura dar essa honra para a gente tocar no ‘#SouManaus’ nos deixa muito felizes. É importante a gente ocupar esses espaços, principalmente nós, que somos artistas independentes, para abrir o leque do nosso trabalho e alcançar mais pessoas”, pontuou Rodrigo Morgado.

Pela primeira vez se apresentando na capital amazonense, o rapper Yago Oproprio celebrou a recepção do público e a conexão com a cidade.

“Foi muito especial para mim, muito mesmo. Minha relação com a cidade de Manaus vem de longa data, acho que foi uma das primeiras cidades que fui conhecer fora de São Paulo. Hoje foi o suprassumo, foi maravilhoso. Um show de presença, com todo mundo cantando junto. Espero que seja o início de uma conexão muito duradoura”, afirmou Yago Oproprio, que pretende voltar em 2027 à capital amazonense para lançamento de seu novo álbum.

A banda Casa de Caba valorizou o espaço dedicado ao grupo, que se apresentou entre duas atrações nacionais. A formação amazonense assumiu o palco com seu trabalho autoral, que mescla MPB, rock e elementos da cultura regional. O vocalista Samir Torres enfatizou a relevância da pluralidade de gêneros na grade do festival.

“Esse ponto da gente tocar com grupos que tocam gêneros diferentes traz essa pluralidade que o festival proporciona aqui para Manaus. A Casa de Caba fica feliz por trazer o seu trabalho de composições próprias, que a gente já trabalha há mais de 13 anos na cidade. É uma forma de fortalecer a cena local, o trabalho dos compositores locais, tendo uma estrutura e um palco desse tamanho. A grande riqueza do festival é mesclar públicos e valorizar o artista local”, afirmou Samir Torres.

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Texto – Geraldo Farias/Semcom

Fotos – Eduardo Anderson/Semcom

Disponíveis em – https://flic.kr/p/2szzAdL