Médicos da rede municipal participam de capacitação sobre TEA

Por Prefeitura de Manaus

18/12/2019 17h24

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Com duração de três dias, teve início nesta quarta-feira, 18/12, na sede do Instituto Ter Mais, no Aleixo, zona Centro-Sul, uma capacitação voltada ao atendimento médico qualificado para pessoas com diagnóstico de Transtornos do Espectro Autista (TEA). O treinamento é promovido pela Prefeitura de Manaus, por meio de parceria entre a Rede da Atenção Psicossocial (Raps) e Escola de Saúde Pública de Manaus (Esap), da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), além de contar com recursos de uma emenda parlamentar do então vereador Álvaro Campelo.

 

Médicos da rede municipal participam de capacitação sobre TEA

 

Para a capacitação foram disponibilizadas 60 vagas para pediatras que fazem parte do quadro da Prefeitura de Manaus e 20 vagas para profissionais do quadro funcional da Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas (Susam), divididos em turmas nos turnos matutino e vespertino.

 

“A qualificação profissional é fundamental para que possamos oferecer atendimento cada vez mais especializado em nossa rede. Na gestão do prefeito Arthur Neto, esse é um público cujo cuidado recebe atenção especial. Por isso, nossos médicos precisam estar bem preparados, atualizados, qualificados. Capacitações como essa, além de enriquecerem o currículo dos profissionais, possibilitam que nossos pacientes tenham atendimento adequado, de acordo com suas necessidades”, destacou o secretário municipal de Saúde, Marcelo Magaldi.

 

A capacitação está sendo conduzida pela médica psiquiatra Sônia Maria Motta Palma, referência na identificação e tratamento do TEA com ampla formação e experiência prática acadêmica na área, além de possuir vasta atuação na rede municipal de saúde, possibilitando o aproveitamento prático, de acordo com a realidade do Sistema Único de Saúde (SUS).

 

TEA

O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é um transtorno do desenvolvimento neurológico, caracterizado por dificuldades de comunicação e interação social e pela presença de comportamentos e/ou interesses repetitivos ou restritos. Apesar de haver evidências de que tais comportamentos atípicos sejam claramente perceptíveis a partir dos 12 meses de idade, o diagnóstico do TEA tem ocorrido, em média, aos quatro ou cinco anos de idade. A intervenção precoce tem o potencial de alterar o prognóstico e suavizar os sintomas do transtorno.

 

Texto – Sandra Monteiro / Semsa

Foto – Divulgação / Semsa