Ações de combate ao mosquito transmissor da malária são intensificadas pela Prefeitura

Por Prefeitura de Manaus

08/08/2018 15h56

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As ações de combate à malária estão sendo intensificadas pela Prefeitura de Manaus, desta vez na Vila do Tarumã, zona Oeste, área considerada de risco, com 27 casos registrados da doença. O trabalho, previsto no Plano de Intensificação de Controle da Malária, lançado nesta semana pelo prefeito Arthur Virgílio Neto, tem o objetivo de eliminar os criadouros do mosquito Anopheles, pois a fêmea carrega e transmite o protozoário do gênero plasmodium causador da doença.

 

08.08.18 Ações de combate ao mosquito transmissor da malária na Vila do Tarumã.

 

As atividades estão sendo executadas por equipes das secretarias municipais de Saúde (Semsa) e de Limpeza Urbana (Semulsp), que realizam a limpeza das margens do igarapé e aplicam o fumacê (nebulização de inseticidas que matam os insetos adultos enquanto estão voando), além da investigação de casos, diagnóstico rápido e tratamento imediato da doença.

 

“Os igarapés da cidade, em especial na região do Tarumã, estão recebendo atenção redobrada das equipes de limpeza. A capinação e limpeza do leito dos rios ajuda a combater a proliferação dos mosquitos”, ressaltou o subsecretário operacional da Semulsp, José Rebouças.

 

Em locais de risco, o controle da doença começa pela investigação, buscando saber por que locais a pessoa passou e se apresentavam risco da doença ou não, seguido pelo diagnóstico através do método de gota espessa, onde o agente coleta uma amostra de sangue para verificar se a pessoa carrega ou não o protozoário.

 

“A prevenção da malária em áreas de risco, como o Tarumã, é constante, porém diante do aumento significativo nos casos, desde julho deste ano, buscamos intensificar essas ações e conter o surto, levando melhor qualidade de vida à população”, informou o secretário municipal de saúde, Marcelo Magaldi.

 

O controle da malária em áreas como a Vila do Tarumã é realizado por agentes que fazem a coleta de material para o diagnóstico rápido nas casas quinzenalmente, ou, uma vez por semana, caso haja casos confirmados na residência.

 

“Quando nos deparamos com a confirmação da doença, aplicamos o método de tratamento imediato, que consiste no uso do medicamento que combate o parasita no período de sete dias, após isso, é necessário que o paciente realize a Lamina de Verificação de Cura (LVC), quando será confirmada a eficiência do tratamento” explicou o servidor do Setor de Controle de Endemias do Distrito de Saúde Oeste, Rubens dos Santos.

 

Texto: Jade Leite / Semsa

Fotos: José Nildo / Semsa

Disponíveis em: https://flic.kr/s/aHsmpPD3Yu