Prefeito se reúne com empresários do transporte coletivo para melhorias no sistema

Por Prefeitura de Manaus

10/01/2013 18h44

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O prefeito Arthur Virgílio Neto teve, na manhã desta quinta-feira, 10, a primeira reunião com empresários do transporte coletivo. Arthur quer a colaboração da categoria para melhorar o sistema na cidade. O encontro foi realizado na sede da prefeitura, no bairro Compensa, Zona Oeste.

“Nós viemos nos apresentar, ouvir dele as necessidades, e nós vamos trabalhar e trazer para ele sugestões que nós achamos viáveis para auxiliá-lo a melhorar a prestação do serviço. Somos operadores de campo, estamos na rua, no dia a dia, sabemos os problemas que mais nos afligem”, afirmou o diretor-executivo do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Amazonas (Sinetram), César Tadeu Teixeira.

Um dos principais pontos colocados pelo prefeito aos empresários foi a longa espera dos usuários nas paradas de ônibus. “Ele está muito preocupado com a velocidade comercial. Quer diminuir o tempo das pessoas dentro dos ônibus, o que é primordial para baixar o custo do sistema, para a tarifa não ir a patamares exorbitantes”, afirmou o diretor-executivo do Sinetram.

Segundo César Tadeu Teixeira, a questão tarifária não foi pauta da reunião com o prefeito, porque é de competência da Superintendência Municipal de Transportes Urbanos (SMTU), que tem os dados e irá avaliar qual a tarifa justa para o sistema de transporte. “O sindicato vai ajudar apresentando os problemas de mobilidade, tempo de viagem, sobreposição de linha, horários de pico, a questão do corredor, dos articulados. Tudo isso vai ser colocado num plano, de forma sistemática. O prefeito é muito técnico, então vai ser apresentado tudo de forma técnica a ele”, explicou.

O superintendente Municipal de Transportes Urbanos, Pedro Carvalho, destacou que, durante o encontro, também foi discutido o modelo de transporte Bus Rapid Transit (BRT), que deverá ser implantado pela prefeitura dentro dos próximos anos. “É um degrau a mais do transporte. Não tem outra saída. O sistema que está aí está vencido, é caro; então nós temos que partir para um sistema de maior capacidade de passageiros”, finalizou.

Texto: Fabíola Pascarelli/ Seminf