Prefeito Arthur Virgílio Neto destaca início da segunda batalha da ZFM

Por Prefeitura de Manaus

16/07/2014 19h23

Icone audio

O prefeito Arthur Virgílio Neto destacou, após a aprovação no Senado Federal da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prorroga a Zona Franca de Manaus por mais 50 anos, que existe, agora, uma segunda batalha para o Amazonas, que é a de garantir mais investimentos em infraestrutura para o fortalecimento da indústria e economia do Estado. Para o prefeito, a vitória por unanimidade no segundo turno da votação, mostra que o Brasil finalmente entendeu a importância do Polo industrial de Manaus (PIM) e reconheceu que deve ser mantido.

 

“Essa unanimidade é o Brasil entendendo o Amazonas. Antes se pensava que a Zona Franca de Manaus era um paraíso fiscal, mas agora o Brasil todo já sabe a importância de se manter o polo aqui. Essa vitória contou muito com a participação do ex-governador Omar Aziz e com a do atual governador, José Melo, que acompanhou tudo. É preciso agradecer aos nossos senadores e aos nossos deputados federais que se uniram. Essa foi uma vitória da união de todos, não teve herói solitário. Agora, que já garantimos a nossa tranquilidade, é preciso cuidar da segunda parte, que é o investimento na logística, em portos, aeroportos e hidrovias. A BR-319 tem que sair no próximo mandato presidencial a qualquer custo. Precisamos acabar com o custo Manaus, que tira a nossa competitividade”, disse o prefeito.

 

Segundo Arthur Neto, a melhor forma de perenizar o modelo ZFM é aumentando a competitividade do polo. “O custo Amazonas, em função do caos logístico que nos sufoca, é alto demais. Enfraquece sobremaneira a competitividade sistêmica de nossa economia. Precisamos aumentar a nossa competitividade. A gente vai mostrar que vai ser ajudado pelos incentivos fiscais, mas não vamos viver apenas dos incentivos fiscais. Isso vai fazer uma grande diferença”.
O prefeito lembrou que além da infraestrutura, o investimento em recursos humanos e tecnologia são outros gargalos que devem ser vencidos. “Também são necessários investimentos em capital intelectual, formação de mão de obra, investimentos em laboratórios, ciência e tecnologia. Se conseguirmos isso, teremos produtos mais baratos e crescentemente de melhor qualidade, além da redução dos custos de produção e a facilitação do escoamento dos produtos”.