Espi ganha homenagem de 20 anos em sessão da Câmara Municipal, com presença de servidores
14/06/2016 14h24

A Escola de Serviço Público Municipal e Inclusão Socioeducacional (Espi) foi homenageada pelos 20 anos de existência, em sessão solene realizada nesta terça-feira, 14, na Câmara Municipal de Manaus (CMM).
O marco institucional, que aconteceu um dia antes do aniversário oficial da Escola – comemorado em 15 de junho –, contou com a presença dos servidores públicos, efetivos e comissionados, que fazem parte do dia-a-dia do órgão.
Em seu pronunciamento na tribuna do plenário Adriano Jorge, a diretora-geral da Espi, Luiza Bessa Rebelo, listou as principais realizações da Escola na administração do prefeito Arthur Virgílio, e creditou aos servidores presentes o sucesso dos últimos três anos.
Trabalho em equipe
“Temos uma equipe pequena, mas muito dedicada. Para nós, é comum expedientes de dez horas de trabalho, já que a Espi é responsável pela capacitação da cidade, dos servidores, e pela política de inclusão socioeducacional do município”, afirmou, referindo-se aos programas Bolsa Universidade (PBU), Idiomas (PBI) e Pós-Graduação (PBPG).
Ao tomar a palavra na tribuna, o presidente da Câmara e autor do pedido de homenagem, o vereador Wilker Barreto, reconheceu o empenho da Espi em sua missão de capacitar a cidade, promovendo a valorização do servidor público.
“Eu acompanhei pessoalmente, como prefeito em exercício, muitas das ações da Escola. E posso assegurar que é um trabalho primoroso, feito com empenho e dedicação. O prefeito Arthur fez a escolha correta ao deixar a Escola sob o comando da competente professora Luiza Bessa”, afirmou o vereador.
Capacitação
No primeiro ano da gestão do prefeito Arthur, a Espi capacitou 4.337 servidores públicos, média que se manteve em 2014, com 4.184 pessoas que passaram por cursos nas mais variadas áreas do conhecimento.
Ano passado, o número saltou para 7.058. As ações atingiram ainda agentes públicos e políticos (ex-camelôs, permissionários, mototaxistas, entre outras categorias), com 261 pessoas capacitadas em 2013; 3.238 em 2014, em função da Copa do Mundo, e 924, ano passado.
Os microempreendedores retirados das calçadas do Centro também foram capacitados com cursos de empreendedorismo e outros aperfeiçoamentos. Em 2014, foram 977 profissionais envolvidos e outros 603 em 2015.
Inclusão socioeducacional
A Espi também é responsável pela gestão ds programas de inclusão socioeducacional da prefeitura. O Programa Bolsa Universidade (PBU) contemplou 14.132 estudantes de baixa renda em 2013; 7.112 em 2014 e 5.831 até o ano passado.
Já o Programa Bolsa Idiomas (PBI) possibilitou cursos de línguas estrangeiras (inglês e espanhol) a 3.580 em 2013; 5.034 em 2014 e 4.028 em 2015. O mais recente dos programas, o Bolsa Pós-Graduação (PBPG), contemplou, em 2015, ano de estreia, 2.286 estudantes. Este ano, 3.901 foram habilitados a participar.
Vinte anos
Atualmente vinculada à Secretaria Municipal de Administração, Planejamento e Gestão (Semad), a Escola é órgão da Prefeitura de Manaus responsável pelas ações de capacitação de servidores, agentes públicos e políticos, e pela gestão dos programas Bolsa Universidade (PBU), Idiomas (PBI) e Pós-Graduação (PBPG).
A Espi tem sua origem pela Lei Orgânica do Município de Manaus de 1990 (Art. 107 – LOMAN), então como Escola de Serviço Público (ESPM), tendo sido oficialmente instalada em 1996. Em maio de 2006, a ESPM passou a ser Fundação Escola de Serviço Público Municipal (FESPM) – Lei n°979.
Em 31 de julho de 2013, a FESPM voltou à estrutura da pasta de Administração do Município, unificando a Fundação Escola de Serviço Público Municipal (FESPM) e a Fundação de Inclusão Socioeducacional (FMDS), tornando-se a atual Escola de Serviço Público Municipal e Inclusão Socioeducacional.
Texto: Mário Bentes
Fotos: Fernando Carvalho / Espi


