Prefeitura manda reconstruir paradas destruídas e SMTU contabiliza custos das depredações

Por Prefeitura de Manaus

23/06/2013 23h36

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A Prefeitura de Manaus determinou a reconstrução imediata das paradas e a reposição dos vidros dos coletivos que foram destruídos pelos manifestantes que não aderiram à manifestação pacífica realizada nesta quinta-feira, 20, em Manaus. Vândalos destruíram totalmente e incendiaram um ônibus no bairro da Compensa; depredaram vinte e quatro paradas em vários pontos da cidade e quebraram vidros de dois coletivos.
O ônibus incendiado representa uma perda de aproximadamente R$ 200 mil. As avarias nas paradas de ônibus, como vidros e bancos quebrados, chegam a R$ 30 mil. Os gastos com reposição de vidros dos coletivos giram em torno de R$ 350 reais.
“As empresas de transporte têm cobertura de seguradoras para arcar com os prejuízos financeiros. Porém, o maior prejudicado com essa destruição é o usuário, que fica com ônibus a menos em circulação e perde o conforto de aguardar o transporte coletivo”, assegura Waldir Frazão, diretor de transportes da Superintendência Municipal de Transportes Urbanos (SMTU).
Durante a manutenção dos coletivos depredados a orientação da SMTU é que sejam colocados ônibus da frota reserva para atender a população. Já os abrigos serão recuperados em 15 dias.

TRÂNSITO
O Instituto Municipal de Engenharia e Fiscalização do Trânsito
(Manaustrans) não constatou prejuízos com placas de sinalização nem houve registros de acidentes durante todo o percurso. Nem mesmo a ocupação das vias pelos manifestantes resultou em congestionamentos.
“As pessoas foram avisadas com antecedência e evitaram trafegar nas áreas próximas ao trajeto da passeata, desde o centro da cidade até a Arena da Amazônia ou Prefeitura”, informou o diretor de Operações do Manaustrans, cel. Raimundo Encarnação.
Durante o protesto na avenida Brasil que foi ocupada por pessoas que tentaram invadir o prédio da Prefeitura Municipal, o Manaustrans desviou o tráfego para ruas paralelas e os condutores tiveram alternativas para não passar pelo protesto. O mesmo sistema de desvios foi adotado em outras áreas da cidade.

Carmen Lysia Nogueira
Assessoria de Comunicação MANAUSTRANS
Instituto Municipal de Engenharia e Fiscalização do Transito.
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