Prefeitura fiscaliza estacionamento irregular
10/01/2013 18h43
Trinta e cinco veículos autuados e três remoções. Esse foi o resultado da fiscalização realizada na manhã desta quinta-feira, pela Prefeitura Municipal de Manaus em todo trecho da Avenida Djalma Batista. A ação também reforçou a sinalização dos locais onde é proibido estacionar com a colocação de oito placas indicativas.
Conduzida pelo Instituto Municipal de Engenharia e Fiscalização do Trânsito (ManausTrans), a operação começou por volta das 10h, em frente ao mercado Dorval Porto, continuando até as proximidades do Amazonas Shopping, com a participação de 20 agentes de trânsito e um carro guincho.
De acordo com o secretário do ManausTrans/SMTU, Pedro Carvalho, a operação é uma prévia das modificações viárias que serão feitas ao longo do mandato do prefeito Arthur Virgílio Neto.
“Num segundo momento faremos um trabalho conjunto com outras secretarias, não somente no sentido de sinalização e estacionamento irregular, mas também de recuperação das calçadas, recapeamento das vias, entre outras obras que Manaus precisa”, destacou. “É importante frisar que a fiscalização deve ser contínua para evitar que novas irregularidades aconteçam”, completou.
“Iniciamos os trabalhos de fiscalização na Djalma Batista com a recolocação das placas de sinalização e notificando os estacionamentos irregulares que impedem o fluxo de pedestres. Da mesma maneira que o lugar dos carros é nas ruas, o lugar dos pedestres é nas calçadas”, pontuou Raimundo Encarnação, diretor de Operação do MansausTrans.
Até o fim do plano emergencial de100 dias, a cada semana a equipe de fiscalização percorrerá uma das principais vias da cidade. Entre elas: Constantino Nery, André Araújo, Cosme Ferreira, Noel Nuteles e Max Teixeira. Segundo o diretor de Engenharia de Trânsito Paulo Henrique Martins a maior dificuldade da operação são os atos de vandalismo ocorridos durante a madrugada, que alteraram as placas de ‘proibido estacionar’.
“À medida que a gente vai colocando as placas, eles (infratores) alteram retirando a faixa vermelha central, que caracteriza a proibição”, explicou.
REPORTAGEM: Alita Menezes


