Semulsp vai aperfeiçoar coleta a partir do SIG-Manaus

Por Prefeitura de Manaus

03/06/2011 17h45

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O Sistema de Informações Geográficas de Manaus (SIG-Manaus), lançado na manhã desta sexta-feira (3), pela Prefeitura, também vai ser utilizado pela Secretaria Municipal de Limpeza Pública (Semulsp) para aperfeiçoar os serviços oferecidos à população. Como o SIG-Manaus é um mapa digital de toda a cidade – montado a partir de fotografias aéreas (feitas a 850 metros de altura e com equipamento fotográfico especialmente destinado a essa tarefa) – é uma ferramenta de alta precisão que delimita ruas, bairros e identifica cada imóvel da cidade, facilitando o trabalho de definição de rotas e horários de coleta de lixo domiciliar, entre outras atividades.

O engenheiro ambiental Túlio Kniphoff, subsecretário da Semulsp, representou o secretário José Aparecido dos Santos no lançamento do SIG-Manaus e apontou que a secretaria ganhou um importante instrumento para aperfeiçoamento da tarefa de limpeza pública que será utilizado em várias atividades, reduzindo o tempo de atendimento à população e tornando mais eficientes os sistemas de coleta.

“O SIG-Manaus nos mostrou, por exemplo, que vamos ter de trabalhar também com base na densidade populacional de uma determinada área. Hoje, dividimos o tamanho linear do trecho a ser limpo pelo número de caminhões. Mas, a partir de agora poderemos distribuir mais carros coletores onde há mais moradores, numa equação simples, porém eficiente. Vamos atuar das duas formas”, apontou Kniphoff.

O subsecretário acrescentou que o SIG-Manaus também vai auxiliar a Semulsp a redimensionar seus roteiros de coleta domiciliar e identificar, nas áreas de alta densidade populacional, a existência de áreas de descarte irregular – as chamadas lixeiras viciadas – assim como melhorar o monitoramento dos serviços de varrição, limpeza de igarapés, mutirões, etc. “O SIG vai ajudar até na elaboração de estudos de locais para colocação de lixeiras em pontos estratégicos da cidade e na implantação da coleta seletiva em novas localidades e ampliação nas áreas já atendidas atualmente”, completou Túlio.

Segundo o subsecretário, os dados de georreferenciamento vão, em síntese, “minimizar a distância dos percursos, aumentar o número de localidades atendidas e reduzir os custos envolvidos, assegurando à população saúde, preservação ambiental e qualidade de vida”.