Ações contra o bullying são realizadas em escola da zona Sul

Por Prefeitura de Manaus

03/03/2020 18h06

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Mais de 670 estudantes do 1º ao 5º ano, da escola municipal Maria Lira Pereira, localizada no bairro Petrópolis, na zona Sul de Manaus, participaram nesta terça-feira, 3/3, de um dia dedicado à prevenção e ao combate ao bullying, na unidade de ensino. A ação integra as atividades alusivas ao “Março Laranja”, instituído pela lei municipal 2.104/2016 – sancionada pelo prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto – como mês de prevenção e combate ao bullying escolar.

 

Ações contra o bullying são realizadas em escola da zona Sul

 

Para a atividade desta terça-feira, professores, pedagogos e alunos se prepararam com diversas ações. “Os professores planejaram atividades que foram desenvolvidas em sala de aula, como filmes, debates, pinturas, produção textual com o intuito de combater o bullying e para que toda criança saiba respeitar o seu colega”, explicou a gestora da unidade, Giane Rocha Fernandes.

 

Além das atividades em sala de aula, os alunos participaram de uma palestra do professor Carlos Amorim, que explicou sobre a importância do respeito mútuo e de entender as diferenças.

 

“O bullying não é aceitável na escola e nem na sociedade como um todo e salientamos isso para os alunos. A educação vem com o respeito de todos, principalmente com as diferenças, porque temos a diversidade dentro da sociedade. Esse tema é muito aceito pelos alunos”, explicou Carlos, além de acrescentar que o tema é tratado o ano inteiro na unidade e que os alunos têm acesso a toda sorte de conhecimento, mesmo antes de ir para a escola.

 

“Antes de chegar na escola os alunos acessam a internet, acessam a televisão e isso faz com que esses estudantes já venham para a escola com uma dose de conhecimento”, completou.

 

A aluna Ingrid Bitencourt, do 5º ano, pretende popularizar o que aprendeu. “Vou falar para muitas pessoas porque bullying não pode ser praticado. Temos que respeitar o próximo porque ninguém é igual. Para uma pessoa ser respeitada ela tem que respeitar as outras”, finalizou.

 

Texto – Alexandre Abreu / Semed

Foto – Cleomir Santos / Semed