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Prefeitura de Manaus monitora armadilhas para o Aedes aegytpi e avalia eficácia no combate ao mosquito

A Prefeitura de Manaus deu continuidade, nesta sexta-feira, 24/9, ao monitoramento das armadilhas (ovitrampas) para o mosquito Aedes aegypt, nos bairros da zona Oeste. A ação, orientada pelo Ministério da Saúde (MS), tem o objetivo de avaliar a eficácia dos larvicidas e inseticidas usados para eliminar o mosquito.

 

 

 

 

Os agentes de endemias da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) realizaram a troca das palhetas instaladas em vasos contendo produtos químicos, que funcionam como local para oviposição (desova) dos ovos das fêmeas do Aedes aegypti. A programação iniciou na segunda-feira, 20/9, e conta com o apoio da Fundação de Vigilância em Saúde Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP).

 

A programação de hoje contemplou os bairros da zona Oeste de Manaus, onde os agentes fizeram a contagem dos ovos das fêmeas do mosquito. Esses dados serão enviados ao Ministério da Saúde, que após a conferência e análise das informações, saberá se os larvicidas e inseticidas fornecidos à capital estão sendo eficientes ou se devem ser substituídos por outros produtos.

 

O chefe do Núcleo de Controle da Dengue da Semsa, Alciles Comape, que acompanhou os trabalhos das equipes nesta sexta-feira, no bairro da Paz e no conjunto Ajuricaba, assinalou que as palhetas recolhidas foram substituídas e serão retiradas na próxima terça-feira, 28/9. A troca desses utensílios é uma medida que permite uma avaliação mais aprofundada sobre a mortalidade do vetor.

 

“As ovitrampas simulam o ambiente ideal para sabermos como está o grau de mortalidade dos mosquitos, frente aos larvicidas e inseticidas, ou seja, vamos saber se esses produtos estão realmente matando e eliminando as larvas do mosquito. Se for constatada a resistência aos agentes químicos, esses produtos, fornecidos pelo Ministério da Saúde, serão trocados”, assinalou.

 

A instalação das ovitrampas contempla os 63 bairros de Manaus, com distância de 300 metros de uma armadilha para outra. Essa organização permitirá a visualização dos dados em mapas, possibilitando a identificação das áreas mais infestadas na cidade. “Essas informações permitem que nossas estratégias de combate ao mosquito resultem no controle do Aedes aegypti”, ressalta a secretária titular da Semsa, Shádia Fraxe.

 

Shádia reforça a importância do apoio da população no combate ao Aedes aegytpi, transmissor da dengue e de outras doenças como o zika vírus e a febre chikungunya.

 

“Precisamos do apoio da população para evitar água parada. É um cuidado que precisa ser transformado em rotina, porque dessa forma a saúde de todos estará assegurada”, assinalou.

 

 

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Texto – Tânia Brandão / Semsa

Foto – Camila Batista / Semsa

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