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Prefeito David Almeida fiscaliza transbordo de resíduos sólidos para aterro municipal

Na manhã deste domingo, 5/9, a Prefeitura de Manaus realizou o transbordo de 600 toneladas de resíduos sólidos, retirados de igarapés que cortam a capital, no porto Trairi, no bairro Santo Antônio, zona Oeste. O trabalho foi fiscalizado pelo prefeito David Almeida, que enfatizou a importância da conscientização quanto ao descarte correto de resíduos sólidos, para que esse trabalho da Secretaria Municipal de Limpeza Urbana (Semulsp) seja cada vez menor e o custo possa ser investido em outras áreas da gestão.

“Essas são 600 toneladas de lixo que iriam para o rio Negro e foram recolhidos dos nossos igarapés, pelas equipes da Semulsp. É um dos serviços mais caros da Prefeitura de Manaus. Nós gastamos aproximadamente 300 milhões por ano, só para recolher lixo. Nosso foco agora é uma campanha de conscientização para a população, para não poluirmos os rios e preservarmos nossos mananciais. Com isso, esse valor poderá ser alocado na educação, saúde, transporte, e tantas outras áreas”, enfatizou o prefeito.

 

As 600 toneladas de resíduos sólidos foram retiradas nos últimos 30 dias de todo o encosto da orla da capital, pelas equipes da Semulsp, e transportadas até o aterro sanitário municipal, localizado no quilômetro 19, da estrada AM–010 (Manaus – Itacoatiara).

 

O titular da Semulsp, Sabá Reis, comentou sobre a rotina de trabalho da Semulsp e deixou uma mensagem à população quanto a logística reversa que pode ser realizada com muitos itens, que vão parar nos rios e igarapés de Manaus, por ações indevidas da população.

 

“Dentro daquela rotina que nós já estamos acostumados, o que não é bom estarmos acostumados, nós estamos desde cedo no porto trabalhando para levar esse lixo para o aterro. São mais de 600 toneladas e muita garrafa PET. A gente aproveita para pedir à população que tenha consciência, afinal, esse PET pode ser dinheiro, pão, açúcar, sal, farinha”, enfatizou o secretário Sabá Reis.

 

Logística reversa

 

A logística reversa da garrafa PET é um processo que tem como objetivo a recuperação de valor, seja econômico, legal, social, logístico, de imagem ou de prestação de serviço. Ou seja, a garrafa PET, um dos itens que mais polui o meio ambiente, pode ser utilizada de diversas maneiras, como a reciclagem, trazendo retorno para a população, e principalmente não poluindo o rio.

 

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Texto – Maryane Maia/ Semcom

Fotos – Ruan Souza e Altemar Alcântara / Semcom

Disponíveis em – https://flic.kr/s/aHsmWyxwZW

 

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