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Com apoio da prefeitura, Feirinha de Artesanato da avenida Eduardo Ribeiro volta às atividades

Neste domingo, dia 5/7, o público manauara pôde prestigiar a volta da tradicional Feirinha de Artesanato da avenida Eduardo Ribeiro, no Centro Histórico da cidade. Após três meses sem realização, em função da pandemia da Covid-19, a feirinha reabriu com o apoio da Prefeitura de Manaus. Todos os mais de 250 artesãos receberam o público seguindo as medidas de prevenção ao contágio pelo novo coronavírus, causador da Covid-19.

 

05.07.20. Reabertura da feira da avenida Eduardo Ribeiro, que tem o apoio da Prefeitura de Manaus

 

As barracas foram distanciadas umas das outras, com todos os permissionários fazendo uso de máscaras, além de disponibilizarem álcool em gel aos clientes, em local visível e de fácil acesso. Já as barracas que vendem alimentos atenderam somente com 50% de mesas e cadeiras. Também foi recomendado para que o público em geral utilizasse máscaras para a visitação.

 

O coordenador institucional da Secretaria Municipal de Agricultura, Abastecimento, Centro e Comércio Informal (Semacc), José Assis, informa que para essa e outras feiras que estão retomando as atividades, a Semacc sempre segue um protocolo de recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS), além de recomendar para o público em geral.

 

“Essa feirinha já faz parte do cotidiano do povo manauara e para ela fizemos a mesma recomendação. A determinação do prefeito Arthur Virgílio Neto é para que tomássemos todos os cuidados com os protocolos de saúde e segurança. Hoje nós temos aqui todo o efetivo da prefeitura, com a Guarda Municipal, fiscais da Semacc, além da coordenação da feira, trabalhando em conjunto para que o bem-estar da população seja respeitado”, disse.

 

Realizada pela Associação da Feira Municipal de Artesanato, Trabalhos Manuais e Produtos do Amazonas dos Artesãos Expositores (AFMAPAEER) há 20 anos, a feira conta com sete setores de venda de produtos, além da praça de alimentação, e desde produtos regionais, livros, roupas, calçados, artesanatos, plantas e demais itens.

 

“Depois de três meses parados, hoje estamos em festa com esse retorno. Agradecemos a Semacc, a guarda municipal e demais órgãos que estão nos dando apoio nesse momento. Esse retorno é maravilhoso, pois muita gente completa a renda e outros vivem só do faturamento de domingo. Sem contar que a avenida Eduardo Ribeiro é uma vitrine para negócios e bastante rentável para essas famílias”, destacou o presidente da AFMAPAEER, Wigson Azevêdo.

 

Proprietária da “Iburu: sabor amazônico”, a comerciante Marluce Braz Sena informa que trabalha há mais de dois anos na feira com a venda de licores, geleias e balas, todos com sabores amazônicos. “Precisamos no adaptar a essa nova realidade, mas a expectativa está sendo uma das melhores. Coloquei álcool em gel tanto na lateral como na frente da barraca para o cliente não ter desculpa de não passar. E ainda lembramos aqueles que esquecem. Convidamos a todos para que visitem, mas fazendo o uso da máscara e álcool em gel”, complementou.

 

Opção de lazer

 

Frequentadora assídua da feira há 20 anos, Gisella Vieira Braga, de 36 anos, conta que o lugar é o seu ponto preferido da cidade e que durante a pandemia foi o que mais sentiu falta.

 

“Eu estava com muita saudade dos produtos, da comida, do clima, do povo. Eu amo esse lugar. Eu e o meu marido gostamos de vir por causa do café regional, mas também gosto muito de comprar licor e geleias regionais, plantas e artesanato. Percebi que aqui as barracas estão distantes, houve uma redução para não haver aglomeração. Gostei que todos os atendentes estão usando máscara e álcool em gel em todas as mesas”, diz Gisella que frequenta a feira todos os meses, desde o ano 2000.

 

Acompanhado de uma amiga, Sidomar Reis, 26 anos, morador do Centro da cidade, é outro frequentador comum da feira. “Quando soube que iria retornar, eu achei interessante pesquisar algumas coisas que estavam faltando em casa como: plantas, areia e adubo. Aqui era um local onde sempre tinha para comprar. Em um período comum, antes da pandemia, eu e alguns amigos do prédio tomávamos café da manhã por aqui todo domingo até o horário do almoço”, disse.

 

 

Texto – Thaís Waughan / Semcom

Fotos – Ione Moreno / Semcom

 

Disponíveis em – https://flic.kr/s/aHsmPfpyyu

 

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