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Rotta firma acordo de paz entre rodoviários e empresários do Transporte Coletivo

Após uma série de negociações, o prefeito em exercício Marcos Rotta finalmente conseguiu firmar um acordo de paz entre o Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Manaus (STTRM) e o Sindicato das Empresas de Transportes de Passageiros do Estado do Amazonas (Sinetram). O fim do embate entre as duas categorias se deu nesta terça-feira, 24, durante reunião realizada na sede da Prefeitura, localizada no bairro Compensa, zona Oeste.

 

Desde o último dia 18, Rotta foi encarregado pelo prefeito Arthur Virgílio Neto de intermediar o entendimento entre as partes. “Criamos uma pauta construtiva. Ouvimos os dois lados de maneira separada e hoje os colocamos frente a frente para que cada necessidade apontada fosse considerada”, explicou o prefeito em exercício. “O resultado foi positivo, porque afasta a possibilidade de novas paralisações. A partir de agora vamos nos concentrar no cálculo final para o novo valor da tarifa do transporte coletivo”, completou.

 

Ainda na segunda-feira, 23, Marcos Rotta já havia confirmado que os estudantes não serão impactados com o aumento da tarifa e que a meia passagem continuará sendo cobrada no valor de R$1,50. Segundo ele, além das reivindicações de cada categoria, o interesse da população foi sempre o alvo dos debates.

 

“Trabalhamos de maneira incansável para ajustar todas as pendências, defendendo acima de tudo o interesse da cidade de Manaus”, ressaltou o prefeito. “Queremos que a sociedade entenda o nosso papel e saiba que o reajuste da tarifa está sendo construído de forma que o impacto no bolso do cidadão seja o menor possível”, concluiu Rotta.

 

Paralisações

“Não teremos mais greve. A população pode ficar tranquila”, é o que garante Givancir Oliveira, presidente do Sindicato dos Rodoviários. A falta de entendimento com o sindicato patronal levou a categoria a cruzar os braços no último dia 17, paralisando 100% da frota. Os trabalhadores do Sistema querem o pagamento do Dissídio Coletivo de 2016, que tem data-base até o dia 1º de maio e está em análise no Tribunal Superior do Trabalho (TST).

 

TEXTO: Alita Falcão / Semcom

FOTOS: Alex Pazuello / Semcom

Disponíveis em: https://flic.kr/s/aHskMAHN9A

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