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Rede municipal de ensino participa com número recorde de escolas e projetos no PCE 2018

Com o recorde de 86 projetos aprovados, 56 escolas municipais participarão da edição deste ano do Programa Ciência na Escola (PCE). O número surpreendente é mais de três vezes superior ao de 2017, quando houve 27 projetos desenvolvidos por 22 unidades da rede pública municipal de ensino de Manaus.

16.07.18 Rede municipal de ensino participa com número recorde de escolas e projetos no PCE 2018.

 

O PCE, que é realizado desde 2009, acontece na rede por meio da parceria entre a Secretaria Municipal de Educação (Semed) e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam).

 

Com objetivo de esclarecer algumas dúvidas sobre a implementação e documentação do programa, foi realizada nesta segunda-feira, 16/7, uma reunião entre os professores do PCE e coordenadores da Semed, na Gerencia de Tecnologia Educacional (GTE), da Secretaria.

Neste ano, aproximadamente 260 alunos jovens cientistas, do 5° ao 9° ano do Ensino Fundamental, da Semed, participarão do programa. A novidade deste ano é a inclusão dos estudantes do 5º ano pela Fapeam.

 

Cada unidade de ensino poderia inscrever, no máximo, até quatro trabalhos. O período para desenvolvimento dos projetos é de seis meses, que seguirá de julho a dezembro. Cada unidade de ensino terá três alunos-bolsistas e um professor orientador, que trabalhará diretamente no projeto.

 

Para o coordenador do PCE na Semed, Romualdo Caetano Barros, o encontro visa orientar os professores. Ele destacou o número recorde de unidades de ensino e projetos na edição deste ano. Segundo ele, o resultado vem de muito esforço da coordenação e dos trabalhos apresentados na edição anterior. “Esse ano fomos a várias escolas de todas as zonas da cidade para divulgar o programa PCE”, explicou.

 

A Escola Municipal São Sebastião II, localizada na Comunidade de São Sebastião, no Tarumã Mirim, Rio Negro, Zona Ribeirinha vai desenvolver o projeto “Enchente e vazante: sobre um olhar da fotografia”, envolvendo quase 60 alunos da Educação Infantil e do 1º ao 9º ano do Ensino Fundamental. O coordenador do Telecentro, professor Ângelo César Brandão Pimentel, explicou como será aplicado o projeto na escola. “Os alunos vão registar essas mudanças geográficas que já estão acontecendo, nós estamos na enchente, mas já começando a vazar o rio. Eles vão registar com a fotografia, a mudança da vegetação, tipos de animais que surgem e desaparecem, os peixes da época, enfim, tudo isso. O trabalho da escola vai ficar registrado em mídia para acesso de outros alunos”, contou.

 

Com o projeto “Ciranda viva na escola”, a Escola Municipal Pintor Leonardo da Vinci, bairro Dom Pedro, Zona Oeste, vai envolver seus 700 alunos do 1º ao 9º ano do Ensino Fundamental. De acordo com o professor Jean Batista da Cunha, os alunos realizarão pesquisas sobre a temática.

 

“Nós escolhemos esse tema pelo fato de não ter muito material em relação à ciranda, que historicamente foi fundada nas escolas. Nas atividades de festas juninas da escola, acabou que não tinha material nenhum, houve a necessidade de criar um projeto nessa linha. Inicialmente vamos fazer uma pesquisa bibliográfica, que contará um pouco de seu contexto histórico, elementos da ciranda e algumas composições, onde vamos disponibilizar futuramente em partituras”, disse.

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Texto: Paulo Rogério Veiga/Semed

Fotos: Cleomir Santos/ Semed

 

Disponíveis em: https://flic.kr/s/aHsmffEiMw

 

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