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Prefeitura oferta curso de espanhol para melhorar comunicação de servidores com venezuelanos

Em decorrência do crescimento dos refugiados venezuelanos em busca de serviços de atendimento público, a Prefeitura de Manaus iniciou nesta segunda-feira, 4/11, uma capacitação em espanhol voltada para servidores que atuam nas ações de serviços socioassistenciais coordenadas pela Secretaria Municipal da Mulher e Assistência Social (Semasc). O objetivo é melhorar a comunicação e facilitar a compreensão entre o poder público e os refugiados.

 

Prefeitura oferta curso de espanhol para melhorar comunicação de servidores com venezuelanos

 

A titular da Semasc, Conceição Sampaio, afirmou que essa capacitação é de suma importância e um compromisso do prefeito Arthur Virgílio Neto. “O curso de espanhol é crucial para os profissionais que estão atuando no fluxo migratório venezuelano, pois eles precisam dialogar com os acolhidos”, afirmou Conceição.

 

As aulas seguem até o próximo dia 14/11 e, ao final do curso, os participantes receberão certificado de 36 horas, emitido pela Escola de Serviço Público Municipal e Inclusão Socioeducacional (Espi), órgão vinculado à Secretaria Municipal de Administração, Planejamento e Gestão (Semad).

 

De acordo com a diretora-geral da Espi/Semad, Stela Cyrino, a capacitação visa oferecer ainda mais conhecimento e efetividade aos serviços oferecidos pela Semasc. “Além do aprimoramento do idioma desses profissionais, ao término do curso, os serviços de atendimento oferecidos aos venezuelanos irão ter uma melhora significativa”, ressaltou.

 

Serão capacitados servidores que atuam nos serviços socioassistenciais, como os abrigos, os Centros de Referência de Assistência Social (Cras), o Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) e outros serviços oferecidos de atendimento aos migrantes.

 

Participante do curso e coordenador do Abrigo Alfredo Nascimento, Alfredo Brelaz afirma que um dos maiores desafios é a comunicação com os venezuelanos. “Nós ouvimos muito o espanhol, mas lidar com uma pessoa que fala apenas essa língua é uma outra situação. Então, precisamos conhecê-la para interagir e ter um conhecimento melhor das necessidades dessas pessoas”, enfatizou.

 

Texto –  Elidiane Santos / Semad

Foto – Divulgação / Semad

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