Notícias

Novas estratégias de combate à tuberculose são debatidas por grupo de trabalho da saúde

O Grupo Integrado de Trabalho (GIT) para controle da tuberculose, que reúne representantes da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), da Secretaria de Estado de Saúde (Susam) e da Fundação de Vigilância em Saúde (FVS), promoveu mais um encontro nesta terça-feira, 20/8, avaliando novas estratégias de combate à doença.

 

Novas estratégias de combate à tuberculose são debatidas por grupo de trabalho da saúde

 

O chefe do Núcleo de Controle da Tuberculose da Semsa, enfermeiro Daniel Sacramento, explica que a reunião representou mais uma etapa do processo de trabalho integrado para reforçar o combate à tuberculose no Amazonas.

 

A programação aconteceu na sede da FVS, no bairro Colônia Santo Antônio, quando os profissionais de saúde avaliaram o resultado de visitas realizadas em Unidades Básicas de Saúde (UBSs) nos Distritos Norte, Sul, Leste e Oeste.

 

“Foram realizadas visitas técnicas a seis UBSs para fazer uma análise local do funcionamento do Programa de Controle de Tuberculose, avaliando o fluxo de atendimento ao paciente com sintomas da doença, desde o processo de acolhimento até o tratamento. A meta foi identificar pontos fortes e as fragilidades existentes nos serviços de saúde e, a partir daí, discutir estratégias que possam melhorar o atendimento à população”, informou Daniel Sacramento.

 

O grupo visitou as UBSs Petrópolis (zona Sul), Leonor de Freitas (zona Oeste), Sálvio Belota, Unidade de Saúde da Família Norte – 28 (zona Norte) e Gebes Medeiros e Unidades de Saúde da Família – Leste 06 (zona Leste).

 

“Um ponto forte avaliado é que as unidades de saúde buscam facilitar o acesso aos serviços no acolhimento dos pacientes sintomáticos respiratórios, que são as pessoas que apresentam sintomas da tuberculose, como tosse por mais de três semanas. Mas identificamos a necessidade de fortalecer o acompanhamento do tratamento de pacientes que estão fora da área de cobertura da Estratégia Saúde da Família e não têm o acompanhamento constante de agentes comunitários de saúde. Além disso, avaliamos que é preciso garantir um envolvimento maior dos profissionais de serviço social na orientação aos pacientes, potencializando a adesão e o sucesso do tratamento. São questões que estão sendo avaliadas para melhorar o fluxo de atendimento”, informou Daniel Sacramento.

 

A técnica do programa estadual de controle de tuberculose, assistente social Inaiah Ordones da Silva, destacou a importância de conhecer melhor a realidade em cada unidade de saúde, identificando as lacunas existentes e buscando formas de padronizar o fluxo de atendimento.“É importante que o paciente, independentemente do serviço de saúde, consiga receber o mesmo atendimento, melhorando com isso os índices de controle da tuberculose”, concluiu a assistente social.

 

Texto – Eurivânia Galúcio / Semsa

Foto – Divulgação / Semsa

Notícias relacionadas

Pesquisa Avançada

Utilize esta ferramenta para encontrar notícias de seu interesse