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Manaus Previdência está entre as melhores do país, reconhece associação

Um total de R$ 846 milhões em caixa e o Certificado de Regularidade Previdenciária da gestão de 2013/2016 em mãos. Esta é a atual situação da Manaus Previdência, órgão de previdência dos servidores municipais que está entre as melhores previdências de grande porte do Brasil. O reconhecimento é da Associação Nacional de Entidades de Previdência de Estados e Municípios (ANEPREM).

 

“Após auditoria de investimentos realizada pela Receita Federal, conquistamos o Certificado de Regularidade Previdenciária da gestão de 2013/2016. Esse foi um trabalho firme do prefeito Arthur Neto que, além de reverter a imagem institucional da Manaus Previdência perante o Ministério da Previdência, ainda conseguiu elevar o patrimônio do órgão em 80%, no período de 2013/2016”, afirma o diretor-presidente do órgão, Marcelo Magaldi.

 

Magaldi explica que, hoje, a Manaus Previdência possui R$ 846 milhões em aplicações seguras e rentáveis, priorizando Fundos e Títulos Públicos Federais, o que garante aos servidores municipais maior segurança no momento de sua aposentadoria.

 

Comparando

Mas o cenário nem sempre foi assim positivo para a instituição. Nas gestões dos ex-prefeitos Serafim Corrêa e Amazonino Mendes, os gestores da Manaus Previdência tiveram suas contas rejeitadas pelo Tribunal de Contas devido a prejuízos causados ao patrimônio dos servidores públicos do Município de Manaus.

 

Na gestão de Serafim Corrêa, por exemplo, o valor aplicado no Fundo Quatá, considerado de alto risco, foi de R$ 43 milhões. Um detalhe: os recursos foram aplicados em desacordo com as normas do Conselho Monetário Nacional. O dinheiro ainda não foi resgatado porque o Fundo Quatá, hoje Piatã, não dispõe de fundos em caixa para pagar o resgate da Manaus Previdência.

 

Na gestão de Amazonino Mendes, o valor aplicado em 16 Fundos problemáticos, de alto risco, representou R$ 235 milhões. A manobra no Mercado Financeiro foi considerada “uma gestão temerária”.

 

Em 2013, o prefeito Arthur Neto encontrou a previdência municipal com elevado risco de não honrar o compromisso com os servidores, com um patrimônio de R$ 465 milhões, sendo que 60% desse valor estava aplicado em fundos de altíssimo risco.

 

Fotos: Karla Vieira

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