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Circuito é encerrado com cinco grupos de maracatus no Parque Ponte dos Bilhares

O Circuito de Maracatus do Carnaval dos Bilhares encerrou neste domingo, 19/2, com a presença de cinco grupos diferentes que se revezaram nas apresentações nas duas etapas do Parque Ponte dos Bilhares, zona Centro-Sul.

 

A iniciativa tem como finalidade abrir um espaço alternativo para ritmos afros como o maracatu, o afoxé e o tambor de crioula, pouco difundidos na cidade e que também integram o leque de manifestações culturais brasileiras típicas do Carnaval. O evento visa também fomentar as atividades desenvolvidas dentro do parque, oferecendo atrativos para os frequentadores do espaço.

 

O parque, que é gerido pela Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semmas), recebeu ao longo de três dias oito grupos e uma média de 200 artistas.

 

Segundo o secretário da Semmas, Antônio Nelson Oliveira Júnior, a realização do evento é uma vitória para a gestão do prefeito Arthur Virgílio Neto porque traz algo novo para a população que frequenta o espaço e movimenta as atividades desenvolvidas pelo parque.

 

“Esse é o lançamento, o primeiro ano, seguindo a orientação do prefeito Arthur de levar atrações e muita alegria aos espaços públicos como forma de valorização da cultura junto à população. Vamos incentivar atividades culturais em todos os espaços públicos geridos pela Semmas”, afirmou Antônio Nelson.

 

Participaram do circuito na noite do domingo os grupos Quebra Muro, Cacilda, Nação Geap, Eco da Sapopema e Baque Mulher. “Uma das razões de ser do maracatu são os seus personagens, e a importância do respeito à diversidade das manifestações culturais brasileiras e tudo que ela representa”, afirmou o professor Otto Franco, coordenador do Grupo Nação Geap, exaltando o rei e da rainha do Maracatu. “Estamos realizando um sonho de trazer o maracatu para Manaus e agradecemos à prefeitura a abertura desse espaço”, comemorou.

 

A novidade agradou ao público que frequenta o parque. “O maracatu é um movimento cultural muito maravilhoso e que pode resgatar muitas vidas e os jovens com a música. O parque é um espaço ao ar livre que permite esse cortejo”, disse a estudante Maria Antônia de Oliveira, 16, moradora do bairro da Redenção.

 

Texto: Júlio Pedrosa

Fotos: Arlesson Sicsú / Semmas

Disponíveis em: https://flic.kr/s/aHskUCrUww

Assessoria de Comunicação da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semmas): (92) 3236-6684

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