Notícias

Chef francês conquista público no Passo a Paço com culinária ao vivo

No segundo dia de Passo a Paço, no Centro Histórico de Manaus, o público presente teve a oportunidade de presenciar uma aula gratuita de culinária – e pode até mesmo cozinhar – com o chef francês Olivier Anquier, que aproveitou o evento para conhecer um pouco da história e arquitetura da cidade.

 

“Esse tipo de evento é importante para dar valor a um novo turismo que passa a florescer. É essa conscientização da gastronomia que faz a diferença e compõe um momento da história da cidade, a sofisticação que garante essa qualidade”, afirmou o chef radicado no Brasil. No início do evento, Anquier atendeu os fãs e chamou uma delas, Sandra Cauper, para cozinhar junto com ele.

 

“É um evento fantástico, gostei muito, principalmente porque mostra a cultura, a nossa cidade para as novas gerações. Estou aproveitando, inclusive para mostrar para meus filhos que ainda não conheciam as casas do centro da cidade. Nos sentimos muito seguros e a organização está de parabéns”, afirmou a economista Silvana Castro, que levou a família para o evento.

 

No Coreto, Torrinhom Quarteto Beiradão, Cileno e DJ Luana Aleixo animaram o público presente na Praça Dom Pedro II. No Palco Música, Grupo Corcovado, Márcia Novo e banda Jiquitaia deram o tom antes da entrada da atração nacional Johnny Hooker. Às 19h a rua Vivaldo Lima já estava tomada de fãs.

 

Na rua Governador Vitório, a Cia Brasileira de Mysterios e Novidades aumentou o número de sessões previstas para o espetáculo Uirapuru em função do número de pedidos. A intervenção que aconteceu na rua, em meio ao público, mescla a musicalidade indígena, africana e europeia, e busca referências no trabalho realizado por Mário de Andrade, que transporta para a realidade urbana e vincula o erudito e o popular. É inspirada no poema sinfônico “Uirapuru”, de Villa-Lobos, e na opereta popular da compositora paraense Dona Noêmia, “Pássaro Uirapuru”.

 

 

Les Artistes

A atriz Fernanda Montenegro, no segundo dia de apresentação da leitura dramatizada do texto “Nelson Rodrigues por ele mesmo”, encantou o público presente, jogou beijos para uma transmissão via redes sociais e esbanjou simpatia ao retribuir o carinho do público.

 

Questionada sobre a sexualidade presente na obra de Nelson Rodrigues, a atriz afirmou que “não se trata de apelo, que é honestidade”. “O sexo é fundamental e natural, especialmente na sociedade hipócrita da época dele. Se Nelson era o ‘Anjo Pornográfico’, o que somos agora? Ele seria praticamente um beneditino hoje em dia”, afirmou.

 

Fotos: Anderson Ramos e Ingrid Anne / Manauscult

Notícias relacionadas

Pesquisa Avançada

Utilize esta ferramenta para encontrar notícias de seu interesse