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Aplicativo ‘Scratch’ faz alunos aprenderem de forma lúdica

A Prefeitura de Manaus trabalha com diversos projetos nas unidades de ensino da Secretaria Municipal de Educação (Semed). Na manhã desta quinta-feira, 2/5, foi celebrado o ‘Scratch Day’, um evento em alusão ao aplicativo que permite que as crianças, jovens e adultos possam iniciar os estudos de programação de forma lúdica. A apresentação foi feita na sede da secretaria, no Parque 10, zona Centro-Sul.

 

 

 

O Scratch é um projeto do Lifelong Kindergarten Group, do Media Lab do Massachusetts Institute of Technology (MIT) e também um evento mundial onde as pessoas se reúnem para celebrar o Scratch, uma plataforma de codificação gratuita, destinada a usuários de todas as idades. Na rede municipal de ensino, além dos telecentros, o Scratch pode ser utilizado em tablets, como os do projeto Profuturo e aula digital. São mais de 200 unidades de ensino que trabalham com esse aplicativo.

 

Participaram do evento as escolas representantes de três Divisões Distritais Zonais (DDZ), que apresentaram três modelos de utilização do programa: Stratch, para estudantes do ensino fundamental anos finais, Scratch Júnior, que pode ser utilizado por crianças desde a educação infantil, e Linguagem Desplugada, uma opção para as escolas que não necessitam de conexão, mas utilizam os mesmos princípios.

 

Para a subsecretária de Gestão Educacional, Euzeni Trajano, é importante não apenas realizar esse trabalho nas escolas, mas apresentar todas as ferramentas que a secretaria dispõe para levar a melhor educação possível aos estudantes da rede.

 

“É um trabalho belíssimo da Prefeitura de Manaus, como nos determina o prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto, e que vem dando bons resultados na Semed. E hoje é o dia em que compartilhamos, porque nem sempre quem está na sede ou trabalha com a educação consegue perceber, porque são muitas as ações desenvolvidas nessa área, que é a terceira maior rede de ensino do Brasil”, disse.

 

A subsecretária acrescentou ainda que o trabalho é realizado não somente com os estudantes, mas com os responsáveis pelos telecentros, através da Gerência de Tecnologia Educacional (GTE). “Esse trabalho é fundamental porque os alunos passam a aprender de uma forma diferenciada. A medida que eles aprendem a programar, eles têm contato com diversas áreas do conhecimento de forma lúdica. Se você conversar um pouco com as crianças, vai descobrir o quanto eles aprenderam a se comunicar melhor por meio da linguagem de programação.”

 

Responsável pelo projeto na Semed, a coordenadora pedagógica Ieda Santana, da GTE, contou que esse evento é apenas a abertura e que as escolas que trabalham com o aplicativo são estimuladas a realizar atividades diferenciadas durante todo mês de maio. A ideia é alcançar o maior número de escolas possível.

 

“Hoje a gente já consegue atingir escolas que não têm telecentro, mas trabalham com outras ferramentas, como o tablet. O desejo é que toda criança passe a utilizá-lo com a finalidade de aprender mesmo. Conseguimos aliar a linguagem de programação aos conteúdos das grades curriculares”, explicou.

 

Uma dessas unidades que não tem telecentro, mas foi alcançada, é a escola municipal Elcy Mesquita, da zona Oeste. A responsável pelo programa na escola, Núbia Pantoja, apontou que, mesmo sem o telecentro, a escola encontrou uma solução para a utilização do Scratch.

 

“A gente tem uma sala na escola onde os alunos trabalham com o Profuturo. Baixamos o Scratch Junior em todos os tablets e os meninos começaram a trabalhar, do 1º ao 5º ano. É muito interessante porque o aprendizado melhorou bastante. Não trabalhamos só a programação, trabalhamos com diálogos, por exemplo”, finalizou.

 

Texto: Alexandre Abreu / Semed
Fotos: Cleomir Santos / Semed

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